…O outro nunca sabe direito o que é e representa para gente. 
E a vida vai nos ensinando a sermos cada vez mais sozinhos, pelo acúmulo da não correspondência daqueles que nos significam algo, mas nunca souberam ou perceberam na exata medida.
Ou preocupados em excesso com seus próprios problemas, nunca atenderam ao potencial de afeto que por eles ou para eles havia em nós, e foi se desgastando por desuso ou dispersão, já que não o souberam receber.
Às vezes a gente é esse outro .
Aí o outro fica com seu gesto de amor à espera da gente.
Às vezes esse outro é mesmo o outro . Aí é a gente que fica com o próprio gesto de amor solto no ar à espera de aceitação, entendimento e correspondência.
Em ambos os casos, dói!!!
Mas isso já é outra crônica……
Um dia, uma pequena abertura
apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas…
Como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele
pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado
de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia,
e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta:
Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno,
e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta
porque ele esperava que, a qualquer momento,
as asas dela se abrissem e esticassem
para serem capazes de suportar o corpo
que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo
murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade
de ajudar não compreendia, era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta
para passar através da pequena abertura
era o modo com que Deus fazia para que o fluído
do corpo da borboleta fosse para as suas asas,
de modo que ela estivesse pronta para voar,
livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente
o que precisamos em nossas vidas.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas
sem quaisquer obstáculos,
Ele nos deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Nós nunca poderíamos voar…
Lembre-se!!!!
Você pediu forças… e Deus te deu dificuldades para te fazer forte.
Você pediu sabedoria… e Deus te deu problemas para resolver.
Você pediu prosperidade… e Deus te deu cérebro e músculos para trabalhar.
Você pediu coragem… e Deus te deu perigos para enfrenatar.
Você pediu amor… e Deus te deu pessoas com problemas para ajudar.
Você pediu Favores… e Deus te deu Oportunidades.
Você não recebeu nada do que pediu… Mas você recebeu tudo de que
precisava.
…O outro nunca sabe direito o que é e representa para gente.
E a vida vai nos ensinando a sermos cada vez mais sozinhos, pelo acúmulo da não correspondência daqueles
que nos significam algo, mas nunca souberam ou perceberam na exata medida.
Ou preocupados em excesso com seus próprios problemas, nunca atenderam ao potencial de afeto que por eles
ou para eles havia em nós, e foi se desgastando por desuso ou dispersão, já que não o souberam receber.
Às vezes a gente é esse outro .
Aí o outro fica com seu gesto de amor à espera da gente.
Às vezes esse outro é mesmo o outro .Aí é a gente que fica com o próprio gesto de amor solto no ar à espera
de aceitação, entendimento e correspondência.
Em ambos os casos, dói!!!
Mas isso já é outra crônica……
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de
uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a
imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e
simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as
estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou
remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para
o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia
uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que
dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nos nunca entendeu:
“Todo obstáculo contêm uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
Obs.: Muitas vezes desviamos - nos do nosso caminho para não encarar a
realidade pela sua dificuldade e com isso não só passamos o problema para
outros por não termos assumido a nossa parte da responsabilidade, como
também podemos estar nos privando de muitas coisas boas, no mínimo a
satisfação de ter realizado um grande feito.
” E todos devemos aprender que os obstáculos, ás vezes, somos nós mesmo que
colocamos”, na maioria das vezes.
Havia um viúvo que morava com suas duas jovens filhas, meninas muito curiosas e inteligentes.
Suas filhas sempre faziam-lhe muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não fazia a mínima idéia da resposta.
Como pretendia oferecer a melhor educação para suas filhas, enviou-as para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina.
Este, por sua vez, respondia todas as perguntas sem hesitar.
Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder.
Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã:
- Dessa vez o sábio não vai saber a resposta!
- O que você vai fazer? - perguntou a outra menina.
- Tenho uma borboleta azul em minhas mãos.
Vou perguntar para o sábio se a borboleta está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar para o céu.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e assim matá-la.
Como conseqüência, qualquer resposta que o velho nos dar vai estar errada.
As duas meninas foram, então ao encontro do sábio, que encontrava-se meditando sob um eucalipto na montanha.
A menina aproximou-se e perguntou:
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, está ela viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você… ela está em suas mãos.
Assim é sua vida, está em suas mãos.


