Conta uma lenda Indígena que um dia uma moça jovem estava caminhando e olhando para as estrelas em uma noite muito, mais muito bela…
Ela caminhava e ia admirando aquele povo magnífico que parecia se comunicar com ela ali em baixo…
Conta uma lenda Indígena que um dia uma moça jovem estava caminhando e olhando para as estrelas em uma noite muito, mais muito bela…
Ela caminhava e ia admirando aquele povo magnífico que parecia se comunicar com ela ali em baixo…
Uma criança pronta para nascer pergunta a Deus:
-Como eu vou viver lá, sendo assim tão pequeno e indefeso?
E Deus disse:
-Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para ti.
-Serei feliz lá?
-Tu sentirás o amor do teu anjo e serás feliz.
-E o que farei quando quiser falar com Deus?
-Teu anjo juntará tuas mãos e te ensinará a rezar.
-Quem me protegerá?
-Teu anjo te defenderá.
Mas estarei sempre dentro de ti.
A criança pediiu suavemente:
-Ó Deus estou a ponto de ir agora, diga-me por favor o nome do meu anjo.
E Deus repondeu:
-Tu chamarás teu anjo de…MÃE!
Rosânia Lucas
Um dia,uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta
por várias horas…
Como ela se esforçava para
fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
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Certa manhã, meu pai, muito sábio,
convidou-me a dar um passeio no
bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia…

Existiu a muito tempo atrás, três
gaivotas brancas, isso mesmo, brancas.
Elas voavam tão alto e com tanta beleza,
que todos entortavam os pescoços para admirá-las.
Certo dia, alguns seres (homens) montados em cavalos,
apontaram as suas armas de fogo e atiraram nas gaivotas brancas reduzindo-as a alvos banais.
Elas caíram sobre o solo uma a uma como pacotes de brindes vindos do céu…
Eles sorriam e diziam: peguei, peguei!
Os seus olhares de vitória se misturaram às penas brancas cobertas de vermelho.
O céu ficou ali, parado, emudecido, tonto… estarrecido! O céu não podia acreditar…
O azul ficou tão pálido que pensou ter sido atingido e sentiu-se baleado.
Tanta beleza, tanta alegria, tanta dança…
Acabaram… Mortas… Por nada, NADA!
Eles os homens, deixaram ali, sem vida, os seus troféus.
E caídas permaneceram até que o céu muito triste chorou.
Suas lágrimas lavaram o vermelho, levando junto com o branco a alegria.
Alegria que jamais homem algum poderá trilhar com o seu corpo, no corpo
do céu.
Ainda com muita dor, o céu gritou bem alto:
”O HOMEM DESTROI O QUE NÃO COMPREENDE!”.
Outras gaivotas continuaram existindo, outros homens também.
Mas à medida que o homem escolher destruir (a arte) a grande obra do criador, ele estará se auto destruindo.
Relaxar…
Olhar para o céu e sentir a beleza da grande obra é fazer renascer a bela dança das três gaivotas brancas: A arte, o belo e o bem.
Autora: Mara Morelli