Um dia,uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta
por várias horas…
Como ela se esforçava para
fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
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Arquivo para ‘Fábula’
Certa manhã, meu pai, muito sábio,
convidou-me a dar um passeio no
bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia…

Existiu a muito tempo atrás, três
gaivotas brancas, isso mesmo, brancas.
Elas voavam tão alto e com tanta beleza,
que todos entortavam os pescoços para admirá-las.
Certo dia, alguns seres (homens) montados em cavalos,
apontaram as suas armas de fogo e atiraram nas gaivotas brancas reduzindo-as a alvos banais.
Elas caíram sobre o solo uma a uma como pacotes de brindes vindos do céu…
Eles sorriam e diziam: peguei, peguei!
Os seus olhares de vitória se misturaram às penas brancas cobertas de vermelho.
O céu ficou ali, parado, emudecido, tonto… estarrecido! O céu não podia acreditar…
O azul ficou tão pálido que pensou ter sido atingido e sentiu-se baleado.
Tanta beleza, tanta alegria, tanta dança…
Acabaram… Mortas… Por nada, NADA!
Eles os homens, deixaram ali, sem vida, os seus troféus.
E caídas permaneceram até que o céu muito triste chorou.
Suas lágrimas lavaram o vermelho, levando junto com o branco a alegria.
Alegria que jamais homem algum poderá trilhar com o seu corpo, no corpo
do céu.
Ainda com muita dor, o céu gritou bem alto:
”O HOMEM DESTROI O QUE NÃO COMPREENDE!”.
Outras gaivotas continuaram existindo, outros homens também.
Mas à medida que o homem escolher destruir (a arte) a grande obra do criador, ele estará se auto destruindo.
Relaxar…
Olhar para o céu e sentir a beleza da grande obra é fazer renascer a bela dança das três gaivotas brancas: A arte, o belo e o bem.
Autora: Mara Morelli
…O outro nunca sabe direito o que é e representa para gente. 
E a vida vai nos ensinando a sermos cada vez mais sozinhos, pelo acúmulo da não correspondência daqueles que nos significam algo, mas nunca souberam ou perceberam na exata medida.
Ou preocupados em excesso com seus próprios problemas, nunca atenderam ao potencial de afeto que por eles ou para eles havia em nós, e foi se desgastando por desuso ou dispersão, já que não o souberam receber.
Às vezes a gente é esse outro .
Aí o outro fica com seu gesto de amor à espera da gente.
Às vezes esse outro é mesmo o outro . Aí é a gente que fica com o próprio gesto de amor solto no ar à espera de aceitação, entendimento e correspondência.
Em ambos os casos, dói!!!
Mas isso já é outra crônica……
Existiu a muito tempo atrás, três gaivotas brancas, isso mesmo, brancas.
Elas voavam tão alto e com tanta beleza, que todos entortavam os pescoços para admirá-las.
Certo dia, alguns seres (homens) montados em cavalos, apontaram as suas armas de fogo e atiraram nas gaivotas brancas reduzindo-as a alvos banais.
Elas caíram sobre o solo uma a uma como pacotes de brindes vindos do céu…
Eles sorriam e diziam: peguei, peguei!
Os seus olhares de vitória se misturaram às penas brancas cobertas de vermelho.
O céu ficou ali, parado, emudecido, tonto… estarrecido! O céu não podia acreditar… O azul ficou tão pálido que pensou ter sido atingido e sentiu-se baleado.
Tanta beleza, tanta alegria, tanta dança… Acabaram… Mortas… Por nada, NADA!
Eles os homens, deixaram ali, sem vida, os seus troféus.
E caídas permaneceram até que o céu muito triste chorou.
Suas lágrimas lavaram o vermelho, levando junto com o branco a alegria.
Alegria que jamais homem algum poderá trilhar com o seu corpo, no corpo do céu.
Ainda com muita dor, o céu gritou bem alto:
“O HOMEM DESTROI O QUE NÃO COMPREENDE!”.
Outras gaivotas continuaram existindo, outros homens também.
Mas à medida que o homem escolher destruir (a arte) a grande obra do criador, ele estará se auto destruindo.
Relaxar… Olhar para o céu e sentir a beleza da grande obra é fazer renascer a bela dança das três gaivotas brancas: A arte, o belo e o bem.
Mara Morelli

